Não há uma atividade
econômica que prescinda
de um Operador Logístico

Você sabe quem é e o que faz a ABOL - Associação Brasileira de Operadores Logísticos?

Para entender quem somos e o que fazemos, vamos começar te contando nosso PROPÓSITO: “Regulamentar as atividades dos Operadores Logísticos (OLs), responsáveis pelos serviços de gestão, armazenagem, distribuição e controle de estoque, estabelecendo um marco legal que garanta segurança jurídica com o objetivo de assegurar a competitividade e a sustentabilidade do setor a longo prazo”.

Nossa MISSÃO enquanto entidade é representar, promover e desenvolver esse mercado, gerando valor de forma sustentável, promovendo nossos VALORES.

Ética empresarial e associativa, antes de qualquer ponto!

Respeito às leis nacionais e internacionais

Compromisso com a verdade e a transparência

Comprometimento com a livre concorrência

Valorização das pessoas

Comprometimento com a inovação, boas práticas e desenvolvimento tecnológico

Respeito aos associados e parceiros

Atuação responsável!

Nossa VISÃO, foca em ser a principal associação dos operadores logísticos que atuam no País,
com representação relevante e eficácia nos resultados a que se propõe!

Agora que você já sabe quem somos, vai ficar mais fácil compreender
as razões que motivaram nossa fundação, em 2012:

Razões que
motivaram
sua fundação

0.1

Desconhecimento do conceito do Operador Logístico por muitos stakeholders, órgãos intervenientes, anuentes e reguladores.

0.2

Setor sem regramento jurídico claro, não regulamentado, não dispondo de uma Classificação Nacional de Atividade Econômica (CNAE) específica.

0.3

Questão sindical confusa e complexa.

0.4

Excesso de burocracia e ingerências entre os diversos órgãos intervenientes.

0.5

Legislação tributária, fiscal e trabalhista confusa, complexa e conflitante.

0.6

Em decorrência disso, o setor registrava insegurança jurídica, prejudicial ao ambiente de negócios.

Atualmente, a ABOL reúne os maiores players do setor, 30 empresas nacionais e estrangeiras das mais diversas cadeias produtivas que, juntas, detêm 19,4% da Receita Operacional Bruta de R$ 100,8 bilhões anuais.

Por meio de pesquisas, eventos, roadshows e constante diálogo com stakeholders públicos e privados, a entidade promove e estimula, também, amplo conhecimento para a cadeia de logística e supply chain.

São nossas principais bandeiras: a regulamentação da atividade dos OLs, maximizar a segurança jurídica, garantir os direitos dos profissionais e zelar pela imagem do setor. Além disso, fomentamos dados, estudos e pesquisas que ajudam as associadas, mercado e governo a dimensionar melhor nossa pujança.

Quer saber mais sobre a história da ABOL? Clique Aqui

Ou assista agora nosso vídeo comemorativo em razão dos 8 anos de ABOL, comemorados em 2020. Confira!

Linha do tempo
Operadores Logísticos e ABOL

Histórico de um setor essencial em contínua consolidação.

Na segunda metade dos anos 80, vivíamos o prenúncio do fim da Guerra Fria (1945 a 1991). A queda do Muro de Berlim em 9 de novembro de 1989 foi o marco épico de um período de 46 anos vividos sob tensão mundial. Em decorrência dessa instabilidade, houve um distanciamento dos mercados, restringindo fortemente o comércio mundial.

No Brasil também vivíamos nosso marco épico quando promulgamos, em 5 de outubro de 1988, a Constituição Federal do Brasil. Vivíamos em um país com uma inflação descontrolada, que  registrou no mês de março de 1992 o pico de 84,3%, acumulando nos últimos 12 meses daquele ano, inacreditáveis 4.854%. Numa economia onde domar a inflação e mitigar seus efeitos era a ordem do dia de qualquer organização, qualidade e custo eram temas secundários.

Na segunda metade dos anos 80, vivíamos o prenúncio do fim da Guerra Fria (1945 a 1991). A queda do Muro de Berlim em 9 de novembro de 1989 foi o marco épico de um período de 46 anos vividos sob tensão...

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1980 - 1993

Fim da Guerra Fria e início da abertura do mercado global

Somente com o fim da inflação no Governo Itamar Franco, em 1994, os programas de qualidade que aterrissaram no Brasil, como a certificação nas normas da série ISO e o TQC - Total Quality Control, trazido da JUSE - Union of Japanese Scientists and Engineers, pelo professor Vicente Falconi da então FCO - Fundação Christiano Ottoni, passam a fazer sentido, tornando-se imprescindíveis nas próximas décadas para a gestão focada em qualidade, redução de custos e resultados.

Somente com o fim da inflação no Governo Itamar Franco, em 1994, os programas de qualidade que aterrissaram no Brasil, como a certificação nas normas da série ISO e o TQC - Total Quality Control, trazido da...

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1994

Consolidação do Plano Real e estabilidade da Economia brasileira

Com a evolução do mercado, sobretudo a partir da estabilização da economia após o Plano Real em 1994, as empresas prestadoras de serviços logísticos, como pode ser visto no trabalho promovido pela ABOL junto ao consórcio formado pela KPMG Consulting, Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados e FDC - Fundação Dom Cabral, datado de 20/03/2015, passam a oferecer uma gama de serviços cada vez mais sofisticados, tornando-se, portanto, ainda mais fundamentais para o desenvolvimento e aumento da competitividade do país.

Entrada ativa de multinacionais no mercado brasileiro

É na metade da década de 90 também, que o Senado Federal aprova emenda à Constituição Federal, acabando com a diferença entre empresas de capital nacional e estrangeiro, despertando nas empresas operadoras das atividades logísticas de fora do país o interesse pelo Brasil. Basta conferir quando chegaram os primeiros operadores logísticos estrangeiros e constatar a veracidade cronológica desse movimento. Hyder, Penske e Gefco dentre outras, fazem parte dessa onda migratória.

Com a vinda dessas empresas para o país, aportam-se elevados investimentos em modernização de processos e sistemas através de upgrade tecnológico, trazendo um novo conceito de solução logística para a redução de custos, melhoria da qualidade e eficiência operacional.

Modernização de portos e infraestrutura no Brasil

Ao longo da segunda metade da década de 90 e início dos anos 2000, no Governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2003), as bases para o desenvolvimento sustentável são criadas. Energia e Telecomunicações, assim como ferrovias, rodovias e portos, entram no PND - Programa Nacional de Desestatização, colocando o Brasil, de modo definitivo, na rota do desenvolvimento econômico e tecnológico.

Viviam-se no país os novos tempos da globalização. No mundo, blocos econômicos se formam, as distâncias econômicas se encurtam, e o Brasil entra na agenda mundial como país emergente com a Rússia, Índia, China e África do Sul, formando os BRICS.

Como efeito da globalização e com o comércio mundial em ascensão, por um lado encurtam-se os ciclos de produção e comercialização, e por outro, amplia-se a complexidade das operações logísticas em todo o mundo.

Empresários enxergam a necessidade da criação de uma classe patronal para a formalização e consolidação do Operador Logístico

Com vistas a dar atenção aos principais temas de importância para o setor, empresários vinham buscando formar uma associação de classe patronal que efetivamente representasse o OL, oferecendo ambiente propício ao debate, focando e priorizando na regulamentação da atividade, trazendo para discussão temas relevantes como a questão tributária, fiscal, trabalhista, previdenciária e sindical, além de aspectos técnicos voltados para as boas práticas e benchmarking internacional, os quais, certamente, enriqueceriam o entendimento do OL por todos os elos da cadeia produtiva, sobretudo por ser empregador intensivo de mão de obra, gerador de renda, sendo essencial à atividade econômica dos mais diversos setores.

Com a evolução do mercado, sobretudo a partir da estabilização da economia após o Plano Real em 1994, as empresas prestadoras de serviços logísticos, como pode ser visto no trabalho promovido pela ABOL junto...

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1995 – 2000

Modernizações

A ideia ganha corpo na Intermodal South America de 2011, quando Luis Augusto Ópice encontra-se com Paulo Augusto Machado Vieira Sarti, presidente da Penske Logistics do Brasil Ltda. E Paulo Roberto Guedes, presidente da Veloce Logística S.A., todos egressos da Columbia Armazéns Gerais Alfandegados, e ponderam a necessidade da criação de uma associação que discutisse o setor, representando-o junto ao poder público e à sociedade civil em geral.

Em 19 de agosto de 2011, acontece a primeira reunião do grupo, que além de Luís Augusto Ópice, conta com a presença de outros empresários do setor, como Paulo Sarti, Paulo Guedes, já tendo sido convidados, Eduardo Barbosa Nogueira, VP de Legal e Compliance da DHL Logistics (Brazil) Ltda, Thomas Ernest Rittscher III, diretor-executivo da Wilson Sons Logística Ltda e Gennaro Oddone, diretor-presidente da Tegma Gestão Logística S.A..

Na agenda de agosto daquele ano, as prioridades eram a regulamentação da atividade de OL no Brasil e sua representação, o zelo pela imagem do setor; a autorregulação e a criação de um selo de qualidade que atestasse as boas práticas operacionais; formação profissional; busca continuada para maximizar a segurança jurídica do setor através do estabelecimento de marco regulatório; proposições de revisão de leis fundamentais para o setor, como o decreto de armazenagem geral; como outras questões cruciais como o levantamento de dados do setor e o gerenciamento de risco, entre outros assuntos relevantes.

A partir de então, ocorre uma série de reuniões-cafés-da-manhã, rotativas nas sedes das empresas que já compunham o primeiro grupo de simpatizantes, dando seguimento à criação da ABOL.

Cumprindo, portanto, a agenda proposta em 23 de setembro do mesmo ano, reuniu-se Luis Augusto Ópice, com Paulo Sarti, Paulo Guedes, Thomas Ernest Rittscher III, Gennaro Oddone, além de dois novos interessados, Vasco Carvalho de Oliveira Neto, então diretor-presidente da AGV Logística S.A., e Joaquim Mario de Mendonça, VP da Transportes Luft Ltda., com o intuito de dar o tom das prioridades para a largada da associação.

Na 03 (terceira) reunião, ocorrida em 9 de dezembro, seria dado um importante passo para a minuta do estatuto social da associação, circulando em 23 de janeiro de 2012, uma primeira versão para ser apreciada pelos membros já incorporados.

Em 20 de abril ocorre a quarta reunião que tratou de alinhar os pontos fundamentais do estatuto social. Nesse encontro, além dos já supracitados, estava Oswaldo Dias de Castro Júnior, diretor-geral da Golden Cargo Transportes e Logística Ltda.

A esta altura, outras empresas já tinham sido contatadas e declaravam apoio a ABOL, como a Gafor S.A., Brado Logística S.A. e Rapidão Cometa Logística e Transporte S.A. (Grupo FedEx). Assim, em 19 de junho daquele ano, ocorria a 05 (quinta) reunião tendo como novos membros José Luiz Demeterco, então diretor-presidente da Brado Logística S.A. e Américo da Cunha Pereira Filho, diretor-presidente da Rapidão Cometa Logística e Transporte S.A. (Grupo FedEx), que aprovaram o conteúdo do estatuto social.

Em 22 de junho, aceitam o convite para ingressar na ABOL, Celso Delle Donne Luchiari, diretor-presidente da Transportadora Americana Ltda; Leonardo Pereira de Barros Silva e Luis Eduardo Chamadoiro, diretor-presidente e VP, respectivamente, da Pronto Express Logística Ltda (Grupo TPC); e Sergio Maggi Júnior, diretor-presidente da Gafor S.A.

A ideia ganha corpo na Intermodal South America de 2011, quando Luis Augusto Ópice encontra-se com Paulo Augusto Machado Vieira Sarti, presidente da Penske Logistics do Brasil Ltda. E Paulo...

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2011 – 2012

Formalização da ABOL

Em 17 de julho de 2012, dá-se a fundação oficial da ABOL, tendo como primeiro presidente do Conselho Deliberativo Paulo Augusto Machado Vieira Sarti (Penske) e diretor executivo Vasco Carvalho de Oliveira Neto (AGV).

Assim, firmaram as primeiras 16 (dezesseis) fichas de filiação, como fundadores da ABOL (em ordem alfabética), as seguintes empresas:

  1. AGV Logística S.A.
  2. Brado Logística S.A.
  3. DHL Logistics (Brazil) Ltda.
  4. Elog S.A. (Grupo Ecorodovias).
  5. Gafor S.A. => desfiliação em 2013, reingressando em 2017.
  6. Golden Cargo Transportes e Logística Ltda.
  7. Libra Terminais S.A. (Grupo Libra) => desfiliação em 2017.
  8. Penske Logistics do Brasil Ltda.
  9. Pronto Express Logística Ltda. (TPC).
  10. Rapidão Cometa Logística e Transporte S.A. (Grupo FedEx).
  11. Tecondi - Terminal para Contêineres da Margem Direita S.A. (Grupo Ecorodovias) => desfiliação em 2014.
  12. Tegma Gestão Logística S.A.
  13. Transportadora Americana Ltda.
  14. Transportes Luft Ltda. (Grupo Luft) => desfiliação em 2015.
  15. Veloce Logística S.A.
  16. Wilson Sons Logística Ltda.

Saiba mais sobre a história da fundação da ABOL.

Em 17 de julho de 2012, dá-se a fundação oficial da ABOL, tendo como primeiro presidente do Conselho Deliberativo Paulo Augusto Machado Vieira Sarti (Penske) e diretor executivo Vasco Carvalho de...

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2012

Fundação da ABOL em 17 de julho

Em 2013 foi responsável por elaborar um Termo de Referência do Operador Logístico, considerado um marco de estudos para o setor. Reformular essa frase. O trabalho encomendado à KPMG Consulting, Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados e à FDC - Fundação Dom Cabral, entregue em 20/03/2015, que traz o título de Operadores Logísticos (OLs): Panorama Setorial, Marco Regulatório e Aspectos Técnico-operacionais está disponível gratuitamente no site www.abolbrasil.org.br para todos os setores da sociedade, governos, casas legislativas, academia, embarcadores, associações de classe, sindicatos, profissionais do setor etc e tem como propósito a divulgação de um esforço técnico sério, dedicado e contributivo para a ordenação de um setor relativamente novo no Brasil e no mundo e que carece de uma melhor compreensão e regulamentação para que continue a aportar qualificação e competitividade ao país.

A cada dois anos a ABOL atualiza também seu estudo publicado em três volumes que contextualiza e caracteriza o Operador Logístico Brasileiro. É uma análise sobre os marcos regulatórios que incidem à categoria, além de falar sobre certificação, boas práticas e mercado.

Em 2013 foi responsável por elaborar um Termo de Referência do Operador Logístico, considerado um marco de estudos para o setor. Reformular essa frase. O trabalho encomendado à KPMG Consulting, Mattos...

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2013 – 2015

Termo de Referência do Operador Logístico

Os Operadores Logísticos são reconhecidos durante a Covid-19 como “serviços essenciais”, consolidando-se como provedores de soluções logísticas integradas, focadas em excelência operacional, segurança, competitividade, compliance, inovação tecnológica e sustentabilidade

Assim surgiu a ABOL que hoje conta com 32 associados, empresas que abrilhantam e dignificam a Associação pela postura ética e pioneira, comprometimento com o desenvolvimento do setor para a geração de emprego e renda, para o crescimento econômico, agregando tecnologia de ponta na logística e ajudando seus clientes com seus desafios cada dia mais complexos.

No mesmo ano, foi dado início ao trâmite de aprovação do Projeto de Lei n.º 3757/2020 com o Marco Regulatório dos Operadores Logísticos, visando modernizar a regulamentação da atividade do setor no Brasil.

Além disso, a ABOL comemorou o ingresso de mais uma empresa no seu quadro de associados: a Mundial Logistics Group.

Os Operadores Logísticos são reconhecidos durante a Covid-19 como “serviços essenciais”, consolidando-se como provedores de soluções logísticas integradas, focadas em excelência operacional, segurança...

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2020

O marco regulatório inicia sua tramitação no congresso

Conselho da ABOL contrata Marcella Cunha para a diretoria executiva da entidade.

Para o futuro, a ABOL visa repensar as cadeias globais de suprimentos e cadeias produtivas, de forma a depender menos da economia externa, fortalecendo e diversificando a indústria nacional.

O mundo pós Covid-19 traz novos protocolos, novas rotinas e práticas para a segurança sanitária, além de novas tecnologias que se tornaram tendência. As empresas estão mais ágeis, flexíveis, inclusivas, empáticas e menos conservadoras. Por isso, a ABOL aposta em uma mudança nos hábitos e nas práticas de consumo, com crescimento do e-commerce e do delivery.

Conselho da ABOL contrata Marcella Cunha para a diretoria executiva da entidade. Para o futuro, a ABOL visa repensar as cadeias globais de suprimentos e cadeias produtivas, de forma a depender menos da economia externa...

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2021

Nova gestão da ABOL

© 2022 ABOL - Associação Brasileira de Operadores Logísticos. CNPJ 17.298.060/0001-35

Desenvolvido por: KBR TEC

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Comunicação: Conteúdo Empresarial

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