17/03/2026

Logística reversa na saúde supera 329 toneladas em 2025 nas operações da Andreani no Brasil

 Logística reversa na saúde supera 329 toneladas em 2025 nas operações da Andreani no Brasil



A logística reversa na saúde tem ganhado relevância nas cadeias de suprimentos farmacêuticas e médico-hospitalares. Em 2025, a Andreani Logística registrou a movimentação de mais de 329 toneladas em operações voltadas ao retorno de medicamentos e equipamentos médicos. A atividade garantiu a destinação adequada de produtos recusados, com prazo de validade próximo ou impactados por ocorrências durante o transporte e a armazenagem.


Esse volume evidencia a ampliação do papel da logística reversa como ferramenta estratégica para um setor que trabalha com produtos sensíveis e de alto valor agregado. Além de assegurar o retorno adequado das mercadorias, o sistema passou a contribuir para a gestão de estoques sensíveis, reorganização de lotes e atendimento às exigências regulatórias que envolvem a cadeia da saúde.


“Trabalhar com insumos de saúde exige rigor. A logística reversa atua como um guardião da integridade da carga, e precisa funcionar com precisão para evitar perdas e garantir total controle do processo”, afirma o diretor de operações da Andreani Brasil, Djalma Campos.


Especializada no transporte e armazenamento de medicamentos, produtos de saúde e dermocosméticos, a operadora mantém uma equipe dedicada à área de logística reversa, responsável por conduzir todas as etapas do processo. Dessa forma, a empresa busca assegurar padronização, agilidade e confiabilidade nas operações que envolvem o retorno e o reprocessamento de cargas.


Logística reversa na saúde e desafios operacionais


O planejamento das operações considera fatores como urgência, valor agregado da carga e local de origem. Para isso, a Andreani utiliza uma combinação de modais rodoviário e aéreo, estratégia que permite maior flexibilidade no atendimento às demandas da cadeia farmacêutica.


Entretanto, a operação apresenta desafios específicos. A diversidade de regras tributárias entre os estados, somada à menor regularidade de alguns fluxos de retorno, exige uma estrutura logística mais robusta. Enquanto o envio de mercadorias a partir de grandes centros ocorre com frequência, o processo inverso demanda maior planejamento para evitar atrasos e custos adicionais.


“O grande desafio está no retorno da mercadoria. É nesse momento que entram variáveis como regras fiscais distintas e limitações da malha logística. Nossa atuação é justamente na antecipação desses pontos para manter a fluidez da operação”, explica Campos.


O processo começa quando o produto é recusado pelo destinatário. A partir desse momento, a Andreani Logística aciona o cliente e coordena os trâmites necessários para o retorno da mercadoria à unidade de origem. Quando há negociação de prazo, são realizadas a coleta e a entrega de um novo pedido, sempre respeitando todas as etapas exigidas para o controle da operação.


“Assumimos toda a gestão do retorno para que o cliente não precise lidar com etapas fragmentadas e para que o item não fique parado desnecessariamente”, complementa o diretor de operações.


Ao retornar às instalações da operadora, a carga passa por uma área segregada e por um processo de controle de qualidade. Nessa etapa, é avaliada a possibilidade de reinserção do produto no mercado ou a necessidade de descarte ambientalmente responsável. Quando necessário, a Andreani coordena o transporte para incineração com parceiros homologados, assegurando conformidade com as normas sanitárias e ambientais.


Fonte: Logweb | Foto: Gian Paolo Minelli



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