22/03/2021

“Contexto é dramático, mas seguimos com as reformas”, diz Guedes a “Contexto é dramático, mas seguimos com as reformas”, diz Guedes a

 “Contexto é dramático, mas seguimos com as reformas”, diz Guedes a “Contexto é dramático, mas seguimos com as reformas”, diz Guedes a


O Brasil seguirá implementando reformas para atrair investimentos, disse nesta sexta-feira o ministro da Economia, Paulo Guedes, em entrevista aos jornais espanhóis “Expansión” e “El Mundo”. Segundo ele, os novos marcos regulatórios de gás natural, saneamento e cabotagem, o “novo marco fiscal” e a independência do Banco Central criam um ambiente favorável para o investimento no país.

Ao falar do futuro, Guedes citou as propostas de privatização da Eletrobras e dos Correios e disse que o ingresso na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que o Brasil pleiteia, tem entre seus objetivos reduzir custos de logística, disse.

O ministro disse que a covid-19 é “uma tragédia de dimensões bíblicas” que interrompeu a agenda de reformas. A pandemia se espalha rapidamente e com novas cepas, aparentemente mais mortais, afirmou. “A reação só pode ser uma: vacinação em massa”, forma de garantir uma volta segura ao trabalho.

Em relação às medidas econômicas adotadas durante a pandemia, ele destacou o pagamento do auxílio emergencial, que aumentou a inclusão bancária, e o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (Bem), que preservou 11 milhões de empregos.

Guedes disse que o país gastou 8,5% de seu Produto Interno Bruto (PIB) para salvar vidas e proteger empregos, mais que outros emergentes, e que por isso a economia só recuou 4,1% no ano passado, menos do que a dos países ricos. Em 2020, o Brasil criou 140 mil empregos com carteira assinada. Segundo ele, o “único” país que não destruiu postos de empregos formais.

Moeda e câmbio\
“Por favor, invistam no Brasil”, pediu o ministro ao fim da entrevista, ressaltando que o país tem um mercado de mais de 200 milhões de consumidores. Ainda de acordo com ele, a taxa de câmbio próxima de R$ 5 por dólar, resultado da pandemia e do problema político interno, é um excelente se investir no Brasil, defendeu o ministro.

Segundo Guedes, as taxas de juros de longo prazo subiram no curto prazo para garantir que as taxas mais longas sigam baixas e o país possa seguir com a consolidação fiscal e o controle da inflação. O Brasil renovou o auxílio emergencial com compromisso com o marco fiscal, disse.

A independência do Banco Central também demonstra o compromisso do governo com a estabilidade dos preços, disse. Diferentemente dos presidentes anteriores, que teriam usado a política monetária para serem reeleitos, Jair Bolsonaro renunciou a essa possibilidade e permitiu a “despolitização da moeda”. Com isso, deu exemplo de compromisso com as instituições, afirmou.

Guedes repetiu que, após 30 anos de “hegemonia política da centro-esquerda”, dos “sociais-democratas”, o Brasil “passou para a centro-direita”. Agora fora do poder, aquele grupo vendeu uma imagem negativa do Brasil no exterior, reclamou. Mas o desmatamento da Amazônia não surgiu nos dois últimos anos, assim como não é de agora a má qualidade da educação, disse.

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