A Associação Brasileira de Operadores Logísticos (ABOL) intensificou, em março, sua atuação institucional ao chamar atenção para os impactos da alta do diesel no setor, impulsionada pelo agravamento do cenário geopolítico internacional.
Em nota oficial, a entidade destacou que o aumento do preço do petróleo tem pressionado diretamente os custos logísticos, com reflexos sobre o frete, a inflação e o chamado Custo Brasil, além de reforçar a importância de uma solução diplomática para o conflito no Oriente Médio.
Levantamento interno realizado pela ABOL confirma a percepção generalizada de alta entre os operadores logísticos: a maioria das empresas relatou aumento nos preços, com média nacional de 19,4%, em linha com os dados da ANP. Em alguns estados, a elevação foi ainda mais expressiva, superando 25%.
Além da alta de preços, o setor já enfrenta efeitos práticos relevantes, como dificuldades de abastecimento em estados estratégicos e entraves na renegociação de contratos, diante de um cenário que exige reajustes superiores aos inicialmente previstos.
A ABOL também alerta para riscos adicionais, como incertezas no fornecimento, distorções no repasse de medidas governamentais e impactos na eficiência operacional, reforçando seu papel na interlocução com autoridades e na busca por soluções que garantam a continuidade e a sustentabilidade das operações logísticas no país.
Em entrevista ao Jornal Hoje, da Rede Globo, a diretora executiva falou sobre o tema.
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