22/04/2026

Argentina, Paraguai e Uruguai puxam movimento de caminhões nos portos secos da Multilog

 Argentina, Paraguai e Uruguai puxam movimento de caminhões nos portos secos da Multilog



O movimento de caminhões nos cinco portos secos de fronteira administrados pela operadora logística Multilog apresentou crescimento de 1% no primeiro trimestre de 2026, em relação ao mesmo período do ano passado, com a entrada de 102.771 veículos, mantendo a curva positiva registrada em 2025, em relação a 2024. Os portos secos de Santana do Livramento (RS), Dionísio Cerqueira (SC) e Foz do Iguaçu (PR) tiveram as maiores movimentações.


De janeiro a março de 2026, o Porto Seco de Santana do Livramento registrou 9,9% de alta, com 3.344 entradas de caminhões, sendo 1.462 de importação e 1.882 de exportação. O Porto Seco de Dionísio Cerqueira aparece em seguida, com aumento de 6,2% no ingresso de veículos, sendo 3.618 entradas para importação e 2.927 de exportação, totalizando 6.545 entradas. No Porto Seco de Foz do Iguaçu, o maior do País e principal hub logístico do Mercosul, o movimento foi de 50.656 entradas no período, número 5,3% superior ao primeiro trimestre do ano passado, sendo 28.854 entradas de veículos para importação e 21.802 para exportação.


A ampliação e modernização tecnológica das instalações da Multilog, combinadas a políticas de incentivos fiscais estaduais, têm contribuído com o aumento das movimentações de veículos e para a competitividade do transporte rodoviário de cargas.


No Porto Seco de Jaguarão (RS), a entrada de caminhões teve queda de 1%, com o total de 8.115 movimentações no período, sendo 2.984 para importação e 5.131 para exportação. Já o Porto Seco de Uruguaiana (RS) também registou queda nas entradas de veículos, totalizando 34.111 movimentações, sendo 10.063 de importações e 24.048 de exportações, número 5,9% abaixo do registrado no mesmo período do ano passado.


As melhorias operacionais, inclusive por conta da automação de processos, também vêm reduzindo o tempo médio de permanência dos caminhões com cargas destinadas à exportação, que ficou em 15,5 horas nos primeiros três meses de 2026, comparado a uma permanência de 19,3 horas no ano passado.


Fonte: Transporte Moderno



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