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Notícia

Paralisação das montadoras afetou a atuação de OLs e transportadoras que atendem o segmento de siderurgia e metalurgia

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Só os Operadores Logísticos que atuam no segmento de montadoras viram seu faturamento cair mais de 40% somente neste segmento. A saída, também por parte das transportadoras, foi buscar a diversificação da atuação.

Em razão da escassez de itens eletrônicos, em sistemas de segurança, aceleração, freios e iluminação, entre outros, o que motivou a parada das linhas de produção, a indústria global de veículos deve deixar de produzir entre 2,5 milhões e 4 milhões de veículos este ano. Antes, a previsão para o total da produção era de 84 milhões de unidades. No Brasil, seguindo porcentuais globais, a perda pode passar de 120 mil veículos. Se confirmada, a produção será de 2,4 milhões de veículos, ante 2,52 milhões previstos.

Estudo da KPMG indica que, globalmente, a indústria automobilística terá prejuízo de US$ 100 bilhões neste ano em virtude das paradas de produção. O valor equivale a 80% da perda total de US$ 125 bilhões projetada para os principais setores que usam chips nos produtos.

Trazendo esta questão para a atuação dos Operadores Logísticos e das transportadoras que atendem ao segmento de siderurgia e metalurgia, importante elo na cadeia de produção das montadoras, podemos notar que o impacto destas paralisações foi profundo. “Os Operadores Logísticos que atuam no segmento de montadoras viram seu faturamento cair mais de 40% somente neste segmento. Tivemos que realizar um trabalho contínuo de redução de custos e equilíbrio das contas financeiras. Procurando mitigar os impactos deste segmento, buscamos a diversificação da atuação, levantando receitas em clientes de outros segmentos da cadeia industrial”, conta Sauro Andrade, gerente de Projetos Corporativo do Grupo Mirassol.

Ele é complementado por Eduardo Pereira, diretor Comercial da JSL, segundo o qual, na logística se trabalha com previsibilidade, e qualquer fator externo imprevisto que surge, sempre causa algum tipo de impacto e obriga OLs e transportadoras a reverem o formato da operação. Para superar este impasse, no caso da JSL, também houve realocação dos ativos disponíveis do setor automotivo para outros setores de atendimento, além do desenvolvimento de novas oportunidades para otimização e utilização das estruturas disponíveis.

Já Fernando Villar, gerente Comercial e de Marketing da Loger Logística, destaca que o setor de Compras foi muito desafiado com essa nova realidade, assim como o Plano de Controle de Produção (PCP) das empresas. Não houve problemas de paralização das operações por falta de materiais. “Assim, nós nos desdobramos na amplitude do foco e na integração junto aos fornecedores e agentes da cadeia do Supply Chain.”

Falando mais pelo lado do transporte marítimo, Igor Teles, gerente de Vendas da Log-In Logística Intermodal, ressalta que, de fato, o setor foi afetado, basicamente, pela falta de componentes eletrônicos vindos da Ásia, o que provocou a redução nos volumes de cargas embarcadas. Para minimizar este impasse, a empresa buscou diversificar sua carteira de clientes e ampliar sua atuação em outros segmentos.

“A pandemia afetou a todos, e conosco não foi diferente: os dois primeiros meses foram difíceis, com uma grande queda no volume. Mas passado esse primeiro impacto, conseguimos ajustar nossa operação e retomar o nosso volume. A velocidade com que a empresa definiu e implementou as ações de controle e prevenção ao Covid19 e o fato de atuarmos em diversos segmentos (siderurgia, agronegócio, combustíveis, gases do ar, químicos e carga geral) nos ajudou a atravessar esse período sem grandes perdas operacionais”, acrescenta Daniel Apolinário, gerente de Negócios da Morada Logística.

Finalizando esta questão, Julio Cesar Lucas, gerente de Negócios da Veloce Logística, diz que tiveram um aumento de custo, diminuição do ritmo da operação e, consequentemente, se tornaram menos produtivos e competitivos. “Para superar estes impasses trabalhamos forte para expandir os nossos negócios em novos segmentos, com isso, melhoramos o equilíbrio da nossa malha logística e mantivemos os contratos atuais”, completa.

Mudanças
Independentemente da questão de falta de componentes na indústria automotiva, o setor de siderurgia e metalurgia vem passando por mudanças nos decorrer dos anos.

Por exemplo, Andrade, do Grupo Mirassol, aponta que os Operadores Logísticos e os embarcadores deste segmento direcionaram seus esforços, nos últimos anos, para aumentar a capacidade de carga e produtividade dos ativos, com o objetivo de buscar reduções do custo logístico. Em outra frente, as exigências relacionadas à segurança nas operações também aumentaram com as exigências de idade e rastreamento dos veículos, melhorias nos processos de acomodação e amarração da carga, entre outros tópicos.

De fato, como também comenta Villar, da Loger, nos últimos tempos tornou-se necessário haver uma maior integração do Operador Logístico com fornecedores de matéria prima e clientes, avaliando os desafios e repensando os modelos de abastecimento e atendimento, a fim de mitigar ao máximo riscos de rupturas nos processos.

“Houve uma consolidação dos estoques próximos aos clientes, o que permitiu imprimir uma maior velocidade na entrega, além da inclusão de serviços dedicados de distribuição, tudo para garantir o atendimento e a disponibilidade de veículos”, emenda Pereira, da JSL.

Para Lucas, da Veloce, ocorreu o efeito chicote na operação, onde alguns segmentos cresceram muito rápido, o que causou um grande desbalanceamento no transporte internacional (Brasil x Argentina).

Teles, da Log-In, também destaca, como principal mudança, a necessidade de implementar operações mais customizadas, tendo o armador de cabotagem como único ponto de contato na cadeia logística, do início ao fim. Essa configuração facilita o gerenciamento operacional e de informação. Antes, o processo logístico era “separado” e o armador ficava responsável apenas pela etapa marítima.

Apolinário, da Morada Logística, lembra que o avanço tecnológico trouxe a necessidade do monitoramento contínuo de todas as fases do processo, para garantir a produtividade e segurança durante a execução das atividades e transporte. “O processo otimizado de fabricação de aço obriga a adequação dos Operadores Logísticos e equipamentos para atendimento das demandas especificas com menor prazo e eliminação de fases intermediárias do abastecimento das linhas de produção. Dessa forma, o material é alocado pelos equipamentos diretamente nos fornos, garantindo maior agilidade e segurança do processo.”

Marcelo Zeferino, diretor Comercial e Marketing da Prestex, lembra que este é um setor que foi por muito tempo “commoditizado” – o mercado entende a metalurgia e siderurgia como commodities, e este rótulo acaba dificultando o investimento na cadeia deste setor.

“E o trabalho que a Prestex faz, e esta é a grande mudança, é justamente desligar esse preconceito sobre o quadrante econômico em que o cliente se encaixa, e falar muito mais sobre performance e inteligência dessa cadeia. Nós entendemos que esse olhar criativo, sistêmico e tecnológico sobre uma cadeia até então ‘commoditizada’, sem dúvida, é uma das grandes mudanças que nós levamos ao mercado. Muitas vezes, uma rota em que o cliente está brigando para reduzir custo precisa de uma visão da rede, da cadeia e uma inteligência aplicada de forma tecnológica que fazem diferença nesse setor.”

Peculiaridades
Afinal, por tudo o que foi exposto, quais são as peculiaridades da logística no segmento de siderurgia e metalurgia?

Umas delas, de acordo com o gerente de Projetos Corporativo do Grupo Mirassol, é a grande densidade do produto, por ter peso concentrado. Esse fator exige alternativas logísticas mais elaboradas e a necessidade da operação de estruturas e equipamentos diferenciados para manuseio e transporte dos produtos, além dos rígidos padrões de segurança e gerenciamento logístico.

“A siderurgia é a base da metalurgia. Ou seja, ela é responsável pela matéria prima para que a metalurgia em seguida faça toda a transformação. Ambos os setores trabalham com altos volumes de movimentação. É a chamada ‘logística de peso’, e isso faz com que cada vez mais sejam necessários investimentos em equipamentos e tecnologias que possam suportar essas operações”, acrescenta Villar, da Loger.

Também para Lucas, da Veloce, esse segmento impõe a necessidade de uma boa movimentação no transporte e armazenagem de forma diferenciada, o fator segurança no transporte está muito presente e há grandes exigências de pessoas bem treinadas no processo e equipamentos com boas manutenções.

Teles, da Log-In, também lembra que este é um segmento que atua com grandes volumes e exige um plano de atendimento bem definido. As operações, em sua grande maioria, são customizadas e envolvem não apenas o transporte de coleta/entrega e marítimo, como também operações com terminais multimodais. Isso requer um planejamento diferenciado com um plano de segurança robusto, já que são movimentados diversos tipos de produtos pesados e de grandes dimensões.

Pereira, da JSL, por seu lado, comenta o que já foi dito anteriormente: esse é um setor de logística especializado no atendimento as montadoras. Por isso, a execução do serviço necessita de equipamentos específicos para o transporte, além de uma logística Just in Time, para que todo o sistema funcione com perfeição.

“Acredito que uma grande peculiaridade da siderurgia e metalurgia é o fato de a logística nunca ter sido protagonista nesse segmento. A logística foi entendida, durante muito tempo, como custo apenas. E custo frete, não como custo logístico. E, no momento como o que estamos vivendo, com a atualização de informação e de tempo cada vez mais constante, esse segmento, mesmo que ainda tenha algumas características de commodity, precisou se reinventar.” Ainda de acordo com Zeferino, da Prextex, foi preciso olhar para a cadeia de forma mais detalhada e se encontrou na logística uma grande aliada para o alto desempenho e para manter o nível de satisfação do cliente final alinhado.

“Então, nós entendemos que toda essa transformação do mercado também serviu para que segmentos, antes um pouco estagnados quanto a aspectos como integração, tecnologia e performance de clientes, se tornassem mais atualizados. Toda essa movimentação teve impactos negativos, já que alguns setores e algumas empresas sofreram, principalmente aqueles que demoraram a tomar as iniciativas. Mas em parte, o aprendizado foi muito grande. O que se pode tirar de dois, um ano e meio para cá, é um saldo positivo, desde que a empresa aplique este aprendizado em planejamento de médio e de longo prazos”, completa Zeferino.

Apolinário, da Morada Logística, destaca que, como o mercado de suprimentos em siderurgia é extremamente dinâmico, devido à oferta e demanda, a falha de comunicação entre o Operador Logístico e embarcador pode provocar perdas de negócio com os clientes finais e até mesmo um desabastecimento das linhas de produção. Dessa forma, são aplicadas ferramentas tecnológicas que auxiliam o acompanhamento dos ativos para aproveitar ao máximo a oferta do cliente e a disponibilidade da frota.

“Como os materiais siderúrgicos em sua fase inicial (sucata metálica) estão distribuídos em diversas dimensões e peso, nosso desafio como Operador Logístico durante a montagem de carga é preencher o veículo transportador com sua maior capacidade de dimensionamento”, aponta o gerente de Negócios da Morada Logística.

Exigências
Em fase das características dos materiais movimentados e armazenados, o setor de siderurgia e metalurgia exige bastante dos OLs e das transportadoras, como se vai ver a seguir.

O gerente de Projetos Corporativo do Grupo Mirassol, por exemplo, ressalta que os embarcadores deste segmento exigem equipamentos diferenciados para aumentar a capacidade de carga, uma logística eficaz, melhorando a produtividade dos ativos, e padrões rígidos de segurança. A maior diferença para os demais segmentos – continua Andrade – são os equipamentos (carreta bobineira, pranchas, etc.) e os procedimentos de amarração e acomodação da carga diferenciados, buscando a maior segurança da carga e de terceiros.

“Por ser muito especializado e trabalhar com metas de produção, esse setor é extremamente rígido com relação à segurança, ao compliance e à performance no atendimento”, acrescenta Pereira, da JSL.

Villar, da Loger, aponta que o atendimento a todos os requisitos legais exigidos pelo setor é primordial. É necessário também muita engenharia logística aplicada, inovação e melhoria contínua, assim como tecnologia para a gestão online dos processos, treinamento de pessoal, capacitação e muita resiliência.

Apolinário, da Morada Logística, novamente ressalta a dinâmica e diversificação do setor, para completar dizendo que cada produto tem a sua forma, e cada ponto de coleta tem uma característica. Então, conhecer a operação e possuir os equipamentos adequados tornam-se diferenciais enormes.

Ainda segundo ele, para garantir agilidade e atender as variações de demanda do cliente, o monitoramento on-line passou a ser fundamental na gestão da operação, por isso a empresa investe fortemente na tecnologia dos seus veículos (rastreamento, telemetria, câmeras on board) e na capacitação da equipe.

Zeferino, da Prestex, acredita que as exigências deste setor tenham se transformado ao longo do tempo. No passado, era uma busca incessante por competitividade em custos. E ficou comprovado que quem olhou só para isso acabou ficando de fora do mercado, porque isso acaba inibindo inovação e criatividade.

“Começamos a entender que não se deve considerar apenas o custo, deixando de lado a performance, a inovação e a criatividade. Eu gosto muito de falar em planejamento nessa área. É lógico ninguém previa uma pandemia e tudo o que aconteceu nesse cenário. Mas quem realmente olhou para o cenário de mercado, quem conseguiu se adaptar mais rápido a isso e já tinha uma cultura alinhada a planejamento, conseguiu entender que com apenas uma linha de custo, o que restava era sentar e aguardar as coisas acalmarem e talvez isso nunca mais aconteça. O planejamento alinhado à inovação e um pouco de ousadia tentam quebrar esses paradigmas, quebrar essas barreiras, provocar essas discussões e ter uma conversa verdadeira. O modelo ultrapassado de uma negociação obscura, uma negociação que não fica 100% transparente, ficou no passado e isso já não tem mais como resultar em sucesso. Então, quando a gente consegue essa discussão clara, objetiva e, principalmente, verdadeira, invariavelmente as soluções acabam aparecendo e as discussões acabam resultando em performance”, esclarece o diretor Comercial e Marketing da Prestex.

Problemas
À parte das características e das exigências da logística neste segmento, e a exemplo do que acontece em outros, aqui também são enfrentados problemas diversos.

A começar pelas condições das estradas brasileiras e os altos custos envolvidos na logística. “Mas podemos também listar a falta de linearidade dos volumes a serem escoados e altos tempos de carga e descargas nos embarcadores, adicionados à escassez de veículos e motoristas no mercado, por falta de mão de obra qualificada, o que tem tornado a logística um grande desafio diário para as empresas. Para mitigar esses problemas nós investimos alto na aquisição de frotas, formação de motoristas, programas de fidelização para frota de agregados e terceiros, além de nos aprimorarmos em termos de tecnologia e processos de gestão para aumentar a produtividade e redução dos custos”, enumera Andrade, do Grupo Mirassol.

O maior problema, também segundo Pereira, da JSL, é a necessidade de especialização e controle rígido no tempo de entrega, o que é mitigado com muito treinamento e planejamento logístico, associado cada vez mais ao uso da tecnologia de forma intensiva.

Um grande desafio – de acordo com o gerente de Vendas da Log-In – é atender grandes volumes em um momento de alta demanda do mercado. “Para enfrentar esse cenário, customizamos, planejamos e executamos as operações com segurança. Conseguimos mitigar estes riscos com uma equipe altamente capacitada e com conhecimento específico do setor, além de adotar um sistema de informação robusto para acompanhar todas as etapas do processo operacional. Um exemplo disso é nosso investimento contínuo em tecnologia para simplificar as operações logísticas e o transporte de cargas”, diz Teles.

Apolinário, da Morada Logística, alega, por sua vez, que o maior problema na logística do setor é, com certeza, as pessoas! “Operar nossos equipamentos e máquinas demanda uma mão de obra muito qualificada. Nossos motoristas precisam ser polivalentes, estar aptos a atuar em diversas operações.

Para mitigar esse risco, a Morada investe no desenvolvimento de seus colaboradores com projetos internos de capacitação (Workshops Anual, Academia de Líderes, etc.) e de reconhecimento, como o ‘Motorista TOP’ e a ‘Liga dos Campeões’, programas de bonificação que valorizam a segurança e a eficiência das operações. Outra ação interessante que realizamos é o ‘Vem ser Morada’, um programa interno de indicação de candidatos que já possuem o perfil para a operação. Isso nos ajuda a reduzir o prazo de contratação.”

Zeferino, da Prestex, acredita que os principais desafios enfrentados nesse segmento sejam as barreiras culturais. “Como eu mencionei anteriormente, durante muito tempo a logística foi vista apenas como custo e isso impede qualquer tipo de evolução, criação e diálogo. Nós temos duas maneiras de mudar isso: a primeira é na prática, o que leva muito tempo porque essa curva de aprendizado não é curta. A segunda é na conscientização, mas neste caso há a dependência do outro lado da cadeia, de que as pessoas envolvidas realmente estejam imbuídas em encontrar uma solução, e não em cada um olhar o seu lado da mesa e tentar a melhor negociação para o seu lado. Então, a partir do momento em que todos os envolvidos começam a falar a mesma língua e há um alinhamento entre as partes, a negociação se torna mais fácil e os resultados tendem a ser mais positivos.”

Finalizando, Lucas, da Veloce, diz que eficiência e rapidez, segurança no transporte e defasagem no frete são os maiores desafios atualmente neste segmento. E são mitigados através de um bom planejamento da malha, investimento em segurança, bom plano de manutenção e uma excelente gestão dos custos de transporte.

O que as empresas oferecem:

Grupo Mirassol – Atua na logística do segmento de siderurgia e metalurgia transportando o minério bruto e passando por chapas, bobinas de ferro e aço. Em seu momento atual está focada na logística de transporte e armazenagem de produtos oriundos do alumínio. “Atualmente realizamos o transporte inbound e outbound, movimentação interna, armazenagem de matéria prima e de produto acabado”, diz Andrade.

JSL – Trabalha com a Arcelor Mittal, Aperam e Gerdau. Atua com transporte de produtos acabados e de matérias primas, transporte rodoviário de carga de lotação, além do serviço de logística interna e Operador Logístico.

Log-In – Atua com diversos produtos deste segmento: fio máquina, perfis, bobinas, arames e barras. Os principais embarques deste tipo de carga são movimentados entre as regiões Sul e Sudeste em direção ao Nordeste, e Norte e Nordeste para o Sul e Sudeste. Além de operar na cabotagem, também atende a demandas destes segmentos do Brasil ao Mercosul, em direção à Argentina e ao Paraguai. “Os principais movimentos ocorrem na modalidade porta a porta com ova e desova. Neste modelo, utilizamos terminais próprios e subcontratados, onde realizamos toda gestão de operações e de informações”, explica Teles.

Loger – Atua com produtos para proteção de redes elétricas de distribuição e transmissão de energia. São itens como para-raios, isoladores, chaves de fusível e produtos de tecnologia polimérica para médias e altas tensões. Realiza o recebimento de materiais, incluindo matérias primas, a movimentação das cargas, a armazenagem, a separação, a expedição dos itens, a gestão dos estoques e o controle e a gestão dos equipamentos produtivos.

Morada Logística – Atua no abastecimento de matéria prima das plantas dos clientes, coletando e organizando a sucata metálica espalhada em diversos fornecedores pelo Brasil, na transferência dos resíduos gerados e também no processo de expedição final, com a movimentação interna, a armazenagem e a entrega do produto acabado para o cliente. “Como já temos uma vasta experiencia no segmento, atuamos diretamente nos processos de gestão de ativos, armazenagem, movimentação, classificação, transferências e escoamento de materiais metálicos e resíduos gerados durante a fabricação do aço”, diz Apolinário.

Prestex – Hoje, atua fortemente na questão de abastecimento tanto de MRO, Spare Parts e CAPEX, como materiais que eventualmente possam prejudicar a performance da linha, da programação e da cadeia produtiva do cliente.

Veloce – Cobre, bloco de motor, cabeçote, girabrequim, eixo comando de válvula, ponta de eixo, disco de freio, cubo de roda, caixa diferencial, etc. Estes são os materiais com os quais a empresa atua. Executando transporte internacional do Brasil para Argentina e gestão de embalagens.

Fonte: Logweb

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