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Empresas avaliam ir à Justiça após cancelamento da tabela de frete

Na luta para evitar uma nova greve dos caminhoneiros, o governo pode ter dado o gatilho para uma nova leva de ações sobre o preço do frete no país. Ao acatar o pedido revogando a nova tabela de frete - que havia entrado em vigor na sexta-feira -, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) deu subsídios para que as empresas, que pagarão mais caro pelo transporte, questionem na Justiça os novos custos impostos por Brasília. ver notícia (link externo)

Justiça suspende pagamento de tarifas portuárias por agentes marítimos

O juiz federal Décio Gabriel Gimenez determinou que a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) não exija das associadas do Sindicato das Agências de Navegação Marítima do Estado de São Paulo (Sindamar), o pagamento de tarifas portuárias que são de responsabilidade de armadoras. O magistrado entende que os agentes não podem ser responsabilizados por obrigações de terceiros. ver notícia (link externo)

Mesmo com cenário ruim, indústria mantém otimismo sobre futuro, diz CNI

Apesar de dados da CNI (Confederação Nacional da Indústria) indicarem que o cenário econômico para a indústria continuou ruim em junho, a expectativa do setor para os próximos meses se manteve positiva. ver notícia (link externo)

Eleva pede ao STF que Petrobras informe empresas que podem abastecer navios iranianos

A Eleva Química entrou com pedido no Supremo Tribunal Federal (STF) para que a Petrobras apresente, no prazo de 24 horas, a lista de empresas brasileiras que estão autorizadas a fornecer o combustível IFO 380, único possível para abastecer os dois navios iranianos parados no Porto de Paranaguá. Após recurso da petroleira, o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, suspendeu uma liminar do Tribunal de Justiça do Paraná que obrigava a estatal a fornecer o produto. Como a decisão é preliminar, ainda cabe recurso ao colegiado da suprema corte. O impasse foi noticiado em reportagem exclusiva da Portos e Navios na última segunda-feira (15/07). O processo tramita em segredo de Justiça. ver notícia (link externo)

Exportações de carne suína pelo Porto de Paranaguá crescem 58%

As exportações de carne porco pelo Porto de Paranaguá cresceram 58% na comparação entre o primeiro semestre de 2018 e o de 2019. Neste ano, foram 36,2 mil toneladas exportadas do produto, com receita gerada de US$ 76 milhões. De janeiro a junho do ano anterior saíram do terminal 23 mil toneladas com rumo a outros países, somando US$ 49 milhões em receita. ver notícia (link externo)

Presidente da Codesp confirma participação no Fórum Nacional Santos Export

O diretor-presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Casemiro Tércio Carvalho confirmou a sua participação na 17ª. Edição do Santos Export, Fórum Nacional para a Expansão do Setor Logístico Portuário, que será realizado nos dias 8 e 9 de outubro no Royal Tulip Alvorada, em Brasília. Ele participará da mesa redonda do dia 9 sobre: Os novos modelos portuários, que vai debater com os demais convidados quais os modelos para a gestão pública ou privada que estão em estudos no âmbito governamental e o que pensam as entidades privadas do setor. Esse painel será apresentado pelo presidente da Federação Nacional das Operações Portuárias (Fenop), Sérgio Aquino. ver notícia (link externo)

Frete de navios tem máxima de vários anos; demanda por minério do Brasil sustenta

O principal índice de frete marítimo da bolsa do Báltico subiu para o maior nível desde dezembro de 2013 nesta sexta-feira, impulsionado pela firme demanda por navios capesize e panamax. ver notícia (link externo)

Petrobras não deve fornecer combustível diretamente a navios iranianos, avaliam especialistas

Analistas de mercado ouvidos pela Portos e Navios acreditam que, mesmo que venha a ser autorizada judicialmente, a Petrobras não deve fornecer diretamente o combustível dos graneleiros iranianos que estão sem esse insumo em volume suficiente para deixar o Brasil. A avaliação é que uma solução eficiente, independente de qual seja, precisa ser encontrada o quanto antes, já que os navios estão ficando sem óleo combustível e prejudicando as exportações brasileiras de grãos. A empresa que afretou as embarcações, alertou que essa indefinição pode atrapalhar as atividades no Porto de Paranaguá (PR). O impasse foi noticiado em reportagem exclusiva da Portos e Navios na última segunda-feira (15/07).  ver notícia (link externo)

Número de indústrias fechadas em São Paulo é o maior em uma década

O Estado de São Paulo, maior polo industrial do País, registrou o fechamento de 2.325 indústrias de transformação e extrativas nos primeiros cinco meses do ano. O número é o mais alto para o período na última década e 12% maior que o do ano passado, segundo a Junta Comercial. ver notícia (link externo)

Abol completa sete anos de história

A Associação Brasileira de Operadores Logísticos (Abol) completou ontem, dia 17 de julho, sete anos de fundação. A entidade, que conta com hoje com 31 empresas associadas, foi criada com o objetivo de representar o operador logístico brasileiro, com foco especial na regulamentação da atividade. ver notícia (link externo)

Porto de Houston prepara ampliação de seu canal

Um dos complexos marítimos que mais crescem nos Estados Unidos, o Porto de Houston (Texas) prepara a expansão de sua infraestrutura, com a ampliação do canal de navegação. O projeto, estimado em cerca de US$ 1 bilhão, está em estudo e é considerado estratégico para seu desenvolvimento, ao permitir o tráfego de dois navios de grande porte em sentidos opostos, simultaneamente, e facilitar as operações de contêineres e granéis líquidos da região. ver notícia (link externo)

Impasse no fornecimento de combustível a navios iranianos trava exportação de milho

A empresa de comércio exterior que afretou quatro graneleiros iranianos, que estão sem combustível suficiente para deixar o Brasil, considera que não há alternativas viáveis e seguras para o abastecimento das embarcações, já que o fornecimento é monopólio da Petrobras. A estatal se negou a fornecer o bunker sob a alegação de que os navios estão na listagem de um órgão ligado ao departamento de tesouro do governo norte-americano. A afretadora afirma que o impasse é restrito a ela e à estatal e que seu objetivo é que o combustível possa ser fornecido e as operações de carregamento de milho sejam finalizadas. Além dos navios Bavand e Termeh, fundeados em Paranaguá (PR), outros dois navios de bandeira iraniana (Ganj e The Finder) estão fundeados em Imbituba (SC) na mesma situação. ver notícia (link externo)

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